{ reflexão semanal }

Newsletter nº7/2026

Usando O ‘Efeito Chris Paul’ Como Guia

por Rick Boxx

Os leitores da nossa Newsletter têm diferentes posições profissionais. Algumas pessoas são executivos de topo, até mesmo CEO’s. A maioria enquadrar-se-ia noutras classificações: gestores, chefes de departamento, vendedores, empregados de retalho, assistentes administrativos, empresários, profissionais liberais, como médicos, advogados, contabilistas, engenheiros. A lista poderia continuar. Todos nós temos diferentes níveis de autoridade e responsabilidade. No entanto, mesmo que não seja CEO ou proprietário de uma empresa, a qualquer nível pode ainda ter uma influência incrível na sua equipa.

Um artigo recente da respeitada revista Harvard Business Review intitulava “Qualquer equipa precisa de um superfacilitador”. Destaca o jogador profissional de basquetebol de longa data, Chris Paul, como um superfacilitador. Juntou-se a uma nova equipa quatro vezes e em dois anos cada equipa obteve o seu melhor resultado de sempre.

Chris Paul ficou conhecido por encorajar e tirar o melhor partido dos seus companheiros. De acordo com os autores do artigo da HBR, os colegas de equipa podem acrescentar um valor tremendo a qualquer equipa, aprendendo a incentivar e maximizar a diversidade de conhecimentos dos seus colegas e cultivando a confiança.

Este princípio não se limita ao âmbito desportivo. Aplica-se a praticamente todas as áreas da vida, incluindo o mundo empresarial e profissional. Todos trabalhamos em equipas. Até os empreendedores dependem de competências e capacidades que outros possuem e eles não possuem. Portanto, embora procuremos beneficiar deles para cumprir as nossas metas e objetivos, também podemos esforçar-nos para ser como Chris Paul – para extrair o que há de melhor neles.

Lendo a Bíblia, encontramos muito a ser dito sobre o poder e os efeitos de encorajar os outros e de edificar-nos uns aos outros. Aqui estão vários exemplos:

Proporcionando motivação:
Os verdadeiros líderes são pessoas que vale a pena seguir. Isto significa que têm visão e comunicam-na aos outros, trabalham com entusiasmo, demonstram como as coisas devem ser feitas e compreendem e valorizam as capacidades de todos os membros da sua equipa. “E consideremos como podemos estimular-nos uns aos outros ao amor e às boas obras” (Hebreus 10:24)

Dando o exemplo:
Trabalhar com excelência, integridade, determinação e humildade são apenas algumas das qualidades que inspiram os outros. Quando estabelecemos padrões elevados de conduta e comportamento para os outros, o impacto não pode deixar de influenciar os outros de forma positiva. “Segui o meu exemplo, assim como eu sigo o exemplo de Cristo” (I Coríntios 11:1).

Aperfeiçoando as competências uns dos outros:
Já ouviu falar em atrito criativo? Isto ocorre no processo de desenvolvimento de ideias, planeamento e implementação real dos planos. Por vezes, estes resultam em conflitos construtivos, na oferta e discussão de diferentes opiniões e perspetivas. Tal como as lâminas de metal se tornam mais afiadas à medida que entram em contacto umas com as outras, também nós podemos tornar-nos mais “afiados” e mais eficazes no desempenho do nosso trabalho em contacto uns com os outros. “Assim como o ferro com o ferro afia, assim um homem afia o outro” (Provérbios 27:17).

Recebendo apoio mútuo:
Inspirar os outros e procurar motivá-los para terem o melhor desempenho não é uma tarefa unilateral. Muitas vezes há um benefício recíproco, recebendo encorajamento e apoio à medida que nos esforçamos para fornecer estas coisas às pessoas com quem fazemos parceria. “Portanto, encorajai-vos uns aos outros e edificai-vos uns aos outros, como de facto estais a fazer” (I Tessalonicenses 5:11).

Independentemente da sua posição profissional, procure formas de incentivar cada colega de equipa e o seu valor coletivo.

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“E consideremos como podemos estimular-nos uns aos outros ao amor e às boas obras” (Hebreus 10:24)

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