{ reflexão semanal }

Newsletter nº74/2025

Natal: Uma Celebração Como Nenhuma Outra!

por Robert J. Tamasy

Esta semana marca a celebração anual a que chamamos Natal, observada em muitas partes do mundo. Para muitas pessoas trata-se da chegada do Pai Natal, conhecido noutras nações por nomes como Pere Noel, Sinterklaas, São Nicolau, Der Weihnachtsmann, Pai Natal, Noel Baba, Babbo Natale e Kris Kringle. As tradições e representações do famoso Natal variam bastante.

No mundo empresarial, o Natal significa muitas vezes o último e mais importante passo na tentativa de alcançar um ano lucrativo. A “época natalícia” envolve muitas vezes a distribuição generosa de presentes, festas e eventos festivos e outras atividades de fim de ano. Tudo isto pode levar a um grande aumento das receitas que agradará ao departamento financeiro de qualquer empresa.

Claro que a origem do evento festivo nada teve a ver com um homem que vestia um fato vermelho, barbas brancas, um grande sorriso e um caloroso “Ho, ho, ho!” como ele é retratado nos Estados Unidos. Ou com promoções de vendas de fim de ano. Teve origem no Médio Oriente, naquilo a que uma canção de Natal chamou “Oh! Pequena Cidade de Belém”, que fica a menos de 10 quilómetros de Jerusalém.
A palavra “Natal” refere-se a Jesus Cristo, que ali nasceu há mais de 2000 anos.

Os dois primeiros capítulos dos evangelhos de Mateus e Lucas no Novo Testamento da Bíblia dão-nos relatos do nascimento de Jesus Cristo, o Messias prometido. Contam-nos que uma jovem chamada Maria foi visitada por um anjo que declarou: “Maria, achaste graça diante de Deus. Ficarás grávida e darás à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus. Será grande e será chamado Filho do Altíssimo. O Senhor Deus dar-lhe-á o trono do seu pai [ancestral] David, e Ele reinará sobre a casa de Jacob para sempre; O seu reino nunca terá fim” (Lucas 1:30-33).

No segundo capítulo, ficamos a saber que Maria e o seu noivo, José, viajaram da sua cidade de Nazaré para Belém, de acordo com um decreto de recenseamento do imperador romano César Augusto. Jesus, nascido em Belém, cumpriu uma profecia do Antigo Testamento: “Mas tu, Belém Efrata, embora pequena entre os clãs de Judá, de ti sairá para Mim aquele que reinará sobre Israel, cujas origens são desde os tempos antigos, desde os tempos antigos” (Miqueias 5:2).

A descrição mais convincente de Jesus Cristo, no entanto, encontra-se no evangelho de João: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava com Deus no princípio… O Verbo fez-se carne e habitou entre nós…” (João 1:1-2,14). O que isto significa seria inacreditável – se não fosse verdade.

Deus assumiu a carne humana como Jesus, vivendo na terra durante 33 anos, ensinando e pregando, dando o exemplo de como viver, sendo crucificado como sacrifício expiatório pelos pecados da humanidade, e sendo ressuscitado dos mortos, alcançando de uma vez por todas a vitória sobre a morte e garantindo que todos os que n’Ele confiam terão a vida eterna.

Como declaram as Escrituras: “E o testemunho é este: Deus nos deu a vida eterna, e esta vida está em seu Filho. Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida. Escrevo estas coisas a vós que crêem no nome do Filho de Deus, para que saibam que têm a vida eterna” (1 João 5:11-13). Resumindo em poucas palavras, se não fosse o nascimento de Jesus, a Sua vida, morte e ressurreição, não haveria razão para o Natal. Mas ocorreram – então podemos cantar “Aleluia”!

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“Mas tu, Belém Efrata, embora pequena entre os clãs de Judá, de ti sairá para Mim aquele que reinará sobre Israel, cujas origens são desde os tempos antigos, desde os tempos antigos” (Miqueias 5:2)

Reflexões da Semana é um serviço da ASPEC – Associação de Profissionais e Empresários Cristãos, em colaboração com “CBMC International”. Para mais informações não hesite em contactar-nos.