“Depressa e bem, não há quem”, já o diz o popular ditado. Sabemos desta realidade, e se olharmos atentamente, vemos os seus princípios serem aplicados no nosso dia-a-dia.

No entanto, se formos honestos, cada um de nós prefere ignorar este sábio ditado.

A rapidez muitas vezes é inimiga da qualidade, e o mesmo se verifica com a gestão do nosso dinheiro. Estamos numa época da história humana propícia ao gasto desenfreado e por impulso – estamos, aliás, à sua mercê.

A Bíblia dá-nos um conselho sobre a tentativa de enriquecer rápido: não o faças. Provérbios 28:20 (NVT) diz:“O fiel obterá grande recompensa, mas o que deseja enriquecer depressa mete-se em apuros”.

Porque é que esta afirmação da Bíblia ressalta tanto nos dias de hoje? Porque a ideia do enriquecer fácil é extremamente apelativa, para gerações habituadas cada vez mais a ter o que querem, quando querem.

Mas o 
“fiel obterá grande recompensa”. Ou seja, o diligente, o que trabalha de forma consistente e progressiva, vai chegar lá – e vai chegar com uma séria de experiências sobre o que deve e não deve fazer para gerir o seu dinheiro da melhor maneira. Vai reconhecer que o dinheiro se trata de uma ferramenta, e não é um objetivo.
Quem obtém dinheiro muito facilmente, corre o risco de perdê-lo, pois falta-lhe experiência na sua gestão. E quem o faz com esse objetivo, pode-se perder no meio do seu gasto.

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