Lidando com o Poder da Luxúria Por Rick Boxx Recentemente um amigo meu contou-me a experiência que viveu ao passar pelo escritório de um dos seus parceiros de negócios. Ao olhar à volta, ficou chocado por ver a pessoa totalmente absorta com material pornográfico exibido no monitor do seu computador e que era facilmente visível da entrada. Quando o meu amigo lhe perguntou o que é que estava a fazer, em vez de ficar envergonhado e ocultar tudo aquilo, ofereceu-se entusiasticamente para lhe mostrar mais.
Segundo uma pesquisa realizada pela WebSense, uma grande provedora de Internet com soluções para gestão de recursos humanos, 17% dos homens e 11% das mulheres admitiram o uso intencional de pornografia no trabalho. Há vinte ou trinta anos atrás, era muito raro que alguém levasse revistas pornográficas para o trabalho e gastasse tempo útil a folheá-las. Com o acesso rápido proporcionado pela Internet, que coloca instantaneamente todo o tipo de informação na ponta dos dedos, a preocupação com pornografia durante o tempo de trabalho tornou-se comum – e é um dos maiores escoadouros de produtividade para muitos trabalhadores.
A WebSense descobriu que os executivos das tecnologias de informação, estimam que os seus empregados gastam em média 5.9 horas por semana, em sites da web não relacionados com o seu trabalho, numa grande variedade de propósitos que visam o entretenimento, inclusive pornografia. Todo esse comportamento não apenas reduz a produtividade, mas também corrói a integridade das empresas e dos indivíduos envolvidos.
Muito antes do aparecimento da Internet, Jesus referiu-se com palavras severas à sedução enganosa e ao poder da luxúria. Ele ensinou em Mateus 5:27-29: “Ouviram o que foi dito: Não cometerás adultério. Mas eu digo-vos mais: Todo aquele que olhar para uma mulher com más intenções já cometeu adultério no seu coração. Portanto, se o teu olho direito te faz pecar, arranca-o e atira-o para longe de ti. Mais vale perderes uma parte do teu corpo do que ele ser todo inteiro lançado no inferno”.
A pornografia lançou as suas garras destruidoras sobre a nossa sociedade e local de trabalho – e a sua força parece estar a aumentar, não a diminuir. Se é responsável por supervisionar o bem-estar da sua equipa de trabalho, considere o papel que tem a desempenhar para proteger os seus olhos da sedução da luxúria. E se está a enfrentar lutas pessoais nessa área, pense não apenas na sua produtividade, mas também no exemplo de qualidade que está a dar àqueles que trabalham consigo.
A desculpa comum que se ouve “Ah, mas isso não faz mal a ninguém” é uma mentira. Diminui a eficiência no trabalho, destrói a integridade, causa danos ao processo mental e ameaça relacionamentos de alto valor.
O tempo para uma atitude de bom senso e de acção é AGORA!.
Adaptado, sob permissão, de "Momentos de Integridade com Rick Boxx", um comentário semanal acerca de integridade no mundo dos negócios, a partir da perspectiva cristã. Tradução de Mércia Padovani.
Reflexões da Semana é um serviço da Associação de Profissionais e Empresários Cristãos, em colaboração com “CBMC International” e “CBMC-CCHN Brasil”. “Christian Business Men’s Committee” (CBMC), é uma organização de âmbito mundial e interdenominacional, fundada em 1930, nos EUA, com o propósito de comunicar os princípios e a relevância da mensagem cristã à sociedade profissional e empresarial, levando-lhes respostas significativas para os seus problemas contemporâneos. A distribuição na sua íntegra é desejável desde que citada a fonte e não seja usada para fins lucrativos, mas a reprodução parcial ou integral desta publicação requer prévia autorização. Por cortesia de CBMC-CCHN Brasil,
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